Roteiros para “suingueiros” com destinos terrestres e em alto-mar, pelo Brasil.

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Elaine macedo é uma agente de viagens de 51 anos, dos quais os últimos 11 foram dedicados à organização de excursões exclusivas para casais adeptos do suingue, ao lado do marido, Paulo Macedo, com quem está casada há 27 anos.

É você não leu errado não, O casal vive de organizar orgias sexuais com a participação de dois ou mais pares, prática conhecida como suingue. Eles conheceram o universo do sexo grupal 16 anos atrás, mas enxergavam pontos que precisavam ser melhorados nas chamadas baladas liberais. “Essas festas são muito confusas, há muitos curiosos, garotos de programa e pouca higiene. E o ‘suingueiro’ procura um ambiente diferenciado, mais privativo”, afirma Elaine.

Búzios (RJ), Camboriú (SC) e Paraíba, por exemplo, são os destinos que nos próximos meses receberão um grupo com, no máximo, 30 casais heterossexuais e bissexuais, dispostos a assumir suas fantasias eróticas. Eles organizam cerca de sete viagens por ano para pousadas e resorts luxuosos no Brasil, além de cruzeiros.

Nos destinos em terra firme, as viagens duram cerca de três a quatro dias. Já em alto-mar, a duração média é maior, chegando a sete dias. Seja qual for o meio de hospedagem, privacidade total é garantida. O local é fechado para receber os casais e os funcionários são treinados para agir com o máximo de discrição, num ambiente privê. “Não permitimos que os funcionários tenham, dentro do hotel, celulares ou máquinas fotográficas”, garante.

Entre os participantes o uso dos aparelhos eletrônicos é permitido apenas dentro dos quartos. Nas festas, não. “Geralmente, fazemos um coquetel de boas-vindas e mais duas festas temáticas, incluindo uma na piscina”, diz.

A ideia é que todos se conheçam durante os eventos e sintam-se livres para transar ali mesmo, na frente dos outros participantes. “Até porque ver e ser visto durante uma relação sexual é um fetiche de muitos dos pares ali presentes”, diz Elaine.

Mas todo esse clima de liberalidade também tem suas regras. Transar na piscina não é permitido, porque é anti-higiênico. “Para isso, construímos gazebos ao redor da área. Também não são permitidas relações sexuais na recepção e no restaurante”, diz a agente de viagens. O uso de preservativos é obrigatório e drogas não entram. “Há bebidas disponíveis, mas recomendamos que todos consumam com moderação”, completa seu marido.

Os “suingueiros”

O evento conta com um público cativo, que se informa sobre a data de cada encontro por meio das redes sociais. Mas também costumam aparecer estreantes na prática que, muitas vezes, vão apenas para conhecer e não para participar.

Nesses grupos, há uma espécie de código de conduta, quase tudo é permitido, mas nada é obrigatório. “Os novos casais sempre querem saber se serão agarrados por outros e forçados a participar. Ou se terão de ficar nus o tempo todo. Isso não existe”, diz Elaine. “A dinâmica do sexo grupal é muito respeitosa. Há sempre o cuidado de perguntar se aquele casal quer participar ou não”, afirma Pedro.

Homens e mulheres solteiras não entram, é preciso ter um par. “Geralmente participam pessoas com mais de 35 anos, que têm um relacionamento estável, pertencentes às classes A e B. Tem de tudo, de políticos a jornalistas e autoridades”, diz Elaine. O uso do nome real é opcional, muitos preferem se identificar com codinomes.

O custo para participar desses encontros varia de acordo com a estrutura oferecida. As viagens organizadas pela agência de Elaine exigem um investimento de acordo com a hospedagem oferecida, que costuma partir de R$ 3.000 por casal, com café da manhã e sem as passagens aéreas.

O investimento pode parecer alto à primeira vista, mas além da viagem, o retorno é garantido em forma de prazer e satisfação sexual. Estudos apontam que casais que tem uma vida sexual ativa, são mais felizes e vivem mais.

Fonte: BHAZ

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