Professora de direito conta como virou prostituta de luxo em Brasília

A advogada Cláudia de Marchi, 34, tomou uma decisão profissionalmente muito ousada e polêmica. Largou a carreira jurídica para virar prostituta de luxo. Ela é acompanhante de luxo em Brasília. Tudo começou em abril de 2015, quando Cláudia foi do cargo de professora de direito.

Culta, advogada por 11 anos, pós-graduada, ex-professora universitária, blogueira, sem filhos, inteligente, carinhosíssima, higiênica dos dentes às unhas dos pés. Amo beijos ardentes, fazer e receber sexo oral. Adoro anal e gozo fazendo! Sou gaúcha, cinéfila e estudante autodidata de Psicanálise. WhatsApp: 66 999590440- Só faça contato objetivo, respeitoso, sem pedido de fotos ou pechincha! Quer bater punheta? Procure foto ginecológica em sites de acompanhantes, não me chateie!

Culta, advogada por 11 anos, pós-graduada, ex-professora universitária, blogueira, sem filhos, inteligente, carinhosíssima, higiênica dos dentes às unhas dos pés. Amo beijos ardentes, fazer e receber sexo oral. Adoro anal e gozo fazendo! Sou gaúcha, cinéfila e estudante autodidata de Psicanálise. WhatsApp: 66 999590440- Só faça contato objetivo, respeitoso, sem pedido de fotos ou pechincha! Quer bater punheta? Procure foto ginecológica em sites de acompanhantes, não me chateie!

 

 

Como acompanhante, ela usa o nome Simone Steffani. Em um blog na internet, ela revela detalhes, sem medo da exposição. Com graduação e especialização, Cláudia acredita que, financeiramente, foi uma boa troca: chega a receber R$ 500 por hora.

“Não acredito que existam qualidades, valores, modos de vida especificamente femininos: seria admitir a existência de uma natureza feminina, quer dizer, aderir a um mito inventado pelos homens para prender as mulheres na sua condição de oprimidas. Não se trata para a mulher de se afirmar como mulher, mas de tornarem-se seres humanos na sua integridade.” ― Simone de Beauvoir

“Não acredito que existam qualidades, valores, modos de vida especificamente femininos: seria admitir a existência de uma natureza feminina, quer dizer, aderir a um mito inventado pelos homens para prender as mulheres na sua condição de oprimidas. Não se trata para a mulher de se afirmar como mulher, mas de tornarem-se seres humanos na sua integridade.” ― Simone de Beauvoir

 

 

Ela garante que é muito seletiva. Nas redes sociais, ela exibe fotos lindas de biquíni e usando roupas minúsculas.  E confessa “Faço também por gostar”, relata a advogada, que agora não pensa tão cedo em mudar de carreira.

Leia um trecho extraido de seu blog.

Cheguei em casa, tomei banho e atendi a um sujeito com tudo de artista: cabelos e predileções. Fez-me massagem, me deu chocolate na boca, chupou a Nutella que colocou em meus seios, mas, terminou gozando colocando a camisinha, não chegou a me penetrar.

Na segunda vez, após tocar-me a pele com muito carinho, ocorreu o mesmo. Fiquei feliz, pois ele realmente me achou bela e é um homem de excelente gosto e “senso estético”.

Terminei economizando o corpinho hoje e recebendo doces carinhos. E doces! Disse ao cliente de hoje que não faria sexo oral nele, porque ele tinha muitos pelos na “região”! Já escrevi recentemente sobre os homens que querem receber beijo grego, mas não depilam o ânus! É preciso ter bom senso: querem carinhos homens? Se depilem, se higienizem. Comer pelos púbicos não deve ser legal. Eu não faço (não como), simples assim!

Agora vou comer queijos e tomar vinho no apartamento da mamãe.

Beijos de luz!

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